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    CAMPEONATO BRASILEIRO

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    ANDRE
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    CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  ANDRE em Seg Out 28 2013, 14:28

    A todos,

    Alguém tem alguma novidade sobre o campeonato brasileiro deste ano???

    Consultei o site da COBRA e não consta mais o campeonato no cronograma de novembro de 2013.

    Apesar que não vejo qualquer problema em remarcar o Brasileiro para o próximo ano, ou seja, 2014.

    At. André Luiz Costa.
    PPG - Pista da Praia Grande.
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    Marcus36X
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Marcus36X em Seg Out 28 2013, 14:56


    http://www.youtube.com/watch?v=9LDh8DefWpI

    YeppeeHaiHouKaYay
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    betocastrucci
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Seg Out 28 2013, 16:38

    Em teoria seria no feriado de 15/11 (até 17/11), parece que os argentinos compraram as passagens faz um tempo. Mas pelo andar da carruagem, acho que faltando pouco mais de duas semanas fica difícil organizar o campeonato e principalmente os competidores se organizarem para participar. Ficamos naquela: reserva a data para viajar com a família ou para ir a sampa para o campeonato? É sempre aquele desgaste familiar reservar um feriado para ir "brincar de aviãozinho", ai aguenta cara feia, bico e coisas afins e no final avisa em casa: vamos ficar por aqui mesmo porque cancelaram o campeonato, não faz uma coisa nem outra... Eu passei por isto no campeonato argentino deste ano, que foi cancelado 2 semanas antes do evento. Já tinha comprado as passagens (bye bye $$$, recebe-se muito pouco de volta), reservado os chalés e alugado carro (ainda bem que tinha ficado de pagar em cash lá mesmo), arrumado o esquema na empresa para fugir uma semana e aguentado todos os bicos do resto da família. Para nada.
    O problema tanto aqui quanto lá, me parece que é o mesmo, fechamento do local de voo. Em Embalse ocorreu uma fraude com o comandante do campo da aeronáutica, parece que o cara arrendou partes da fazenda para soja sem poder fazê-lo e ficou com o dinheiro. Até hoje a base aérea está fechada. No Ibirapuera, parece que está com algum problema com a prefeitura de SP, mas não sabemos a extensão do estrago. Uma pena...
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    Marcus36X
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Marcus36X em Ter Out 29 2013, 12:59

    Esta confirmado para 15 a 17 de Novembro a realização do campeonato brasileiro de vcc, no modelódromo do Ibirapuera.
    Com certeza, vídeos e ftz, e quem sabe algo mais.... O Legacy e eu estamos ai, correndo por fora como azarão....

    YeppeeHaiHouKaYay
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    TAPXURE
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  TAPXURE em Ter Out 29 2013, 17:47

    Onde consigo a gama de manobras, se possível com foto) para INICIANTES e INTERMEDIÁRIO em VCC!!??

    Abraços;

    Tapxure
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Sérgio Daeuble em Ter Out 29 2013, 18:12

    Será que na Mini Fai é necessário BRA?
    La vou eu de Nobler......Wink Wink Wink Wink 
    Sérgio
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    Marcus36X
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Marcus36X em Ter Out 29 2013, 18:38

    Sérgio Daeuble escreveu:Será que na Mini Fai é necessário BRA?
    La vou eu de Nobler......Wink Wink Wink Wink 
    Sérgio
    Não precisa BRA nas promocionais

    YeppeeHaiHouKaYay
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    ANDRE
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  ANDRE em Ter Out 29 2013, 21:47

    Boa noite a todos,

    As categorias promocionais não precisam de BRA em dia (F2B iniciantes, intermediário e mini-fai). Somente na Fai.

    Seguem as regras.

    1.1 ACROBACIA – CATEGORIA “INICIANTES”
    Dentro desta categoria, poderão participar aeromodelistas iniciantes, sem restrição de idade, que
    não tenham obtido o título de Campeão Estadual ou Nacional em qualquer categoria de Acrobacia.
    1.1.1 Definição do Modelo de Acrobacia Aplicável à Categoria
    Aeromodelo monomotor no qual a energia propulsora é fornecida por um motor a pistão e a
    sustentação é obtida por forças aerodinâmicas atuando sobre superfícies sustentadoras que
    devem permanecer fixas (exceto as superfícies de controle) durante o vôo.
    1.1.2 Características do Modelo
    Peso máximo em condições de vôo....................... 2 kg
    Cilindrada máxima do motor ................................. 4 cm³ (0,25 pol³)
    1.1.3 Comprimento dos cabos
    O comprimento dos cabos não deverá exceder 21,5 metros, medido conforme descrito em 1.1.4 a
    seguir.
    1.1.4 Verificação dos cabos
    O comprimento dos cabos deve ser medido entre o eixo da empunhadura do manete até o eixo da
    hélice. Um teste de tração deverá ser aplicado ao conjunto da manete, cabos e modelo, com uma
    carga igual a 15 vezes o peso do modelo, até um máximo de 20 kgf.
    1.1.5 Definição de tentativa
    Considera-se tentativa quando o modelo não estiver em vôo dentro de 3 minutos contados a partir
    do sinal de partida ou quando o concorrente não entrar na pista dentro de 2 minutos após ter sido
    chamado para o vôo.
    1.1.6 Número de tentativas
    Cada concorrente tem direito a realizar duas tentativas por vôo oficial. Após uma primeira
    tentativa, o concorrente pode fazer a sua segunda tentativa imediatamente mas, se sair da pista,
    poderá ser chamado para sua segunda tentativa após transcorridos 30 minutos ou, se no final da
    rodada, até um máximo de 30 minutos.
    1.1.7 Definição de vôo oficial
    Considera-se vôo oficial quando o modelo deixa o solo.
    1.1.8 Número de vôos
    Quando forem realizados dois vôos, será considerada a pontuação do melhor vôo. No caso de três
    vôos, será considerada a soma dos dois melhores vôos.
    1.1.9 Cancelamento do vôo
    O vôo é cancelado quando houver a perda de partes componentes do modelo a partir do instante
    em que o modelo é solto, até o instante em que ele se imobiliza após o pouso. Em caso de queda,
    pilonagem, pouso "de barriga" ou de dorso, o vôo não será cancelado e valerá a pontuação obtida
    até a ocorrência do incidente.
    1.1.10 Número de ajudantes
    Cada competidor tem direito a até dois ajudantes.
    1.1.11 Execução das manobras
    As manobras deverão ser executadas na ordem indicada. Entre o fim de cada manobra e o início
    da outra, o competidor deverá voar o mínimo de 1 ½ volta. O concorrente só poderá tentar a
    realização de cada manobra uma vez em cada vôo oficial. O concorrente deverá concluir o
    programa de vôo dentro de 4 minutos, incluindo decolagem e pouso. Esse limite de 4 minutos tem
    início no momento em que o concorrente dá um sinal de mão ou solicita abertura do tempo antes
    de dar partida ao motor, porém a não mais de 3 minutos contados a partir do momento em que
    entrou na pista.
    A cronometragem é encerrada quando o modelo se imobiliza após o pouso. Nenhum sistema ou
    dispositivo poderá ser usado para parar ou controlar o funcionamento do motor.
    1.1.12 Pontuação
    Durante o vôo, a cada manobra completada será dada uma pontuação compreendida entre 0 e 10
    por juiz. Essas pontuações serão multiplicadas por um coeficiente que varia com a dificuldade da
    manobra.
    Uma manobra executada fora da seqüência não será pontuada. As manobras omitidas não serão
    pontuadas, mas aquelas que se sucedem serão consideradas como estando na seqüência se
    forem executadas na devida ordem relativamente ao restante do programa de vôo.
    Manobras inválidas para pontuação serão permitidas imediatamente antes do início do
    procedimento de pouso, com o propósito único de parar o motor ou destorcer os cabos.
    1.1.13 Juízes e cronometristas
    Deverá haver um número mínimo de três juízes. O diretor de prova poderá designar um
    cronometrista ou atribuir a si essa função.
    1.1.14 Classificação
    a) As pontuações dadas pelos juízes, multiplicadas pelos respectivos coeficientes, serão somadas
    para classificação dos concorrentes.
    No caso de empate, por exemplo, para o 15° lugar, ambos os concorrentes serão
    classificados em 15°, e o seguinte em 17°; no caso de empate a três, estes serão todos
    classificados em 15° e o seguinte em 18°, e assim por diante.
    b) Para a realização da prova, será necessário o mínimo de três concorrentes. No caso de ser
    realizada com menor número, as pontuações não serão consideradas para classificação
    estadual ou nacional.
    1.1.15 Lista de manobras e respectivos coeficientes
    1. Partida................................................................ k = 1
    2. Decolagem......................................................... k = 2
    3. Wing over simples............................................. k = 6
    Três loo..................................4... Um loop normal ................................................. k = 6
    5. Vôo a 45 graus ................................................. k = 2
    5. Pouso ................................................................ k = 5
    1.1.16 Descrição das manobras
    1.1.16.1 Partida
    O concorrente dá um sinal de mão ou solicita abertura de tempo ao cronometrista antes de dar a
    partida ao motor. Este deve ser acionado à mão ou através de "starter", pelo piloto ou por um
    ajudante. É concedida a pontuação máxima se o modelo inicia a rolagem para decolar dentro de
    um minuto, após o qual não haverá pontuação para a partida.
    1.1.16.2 Decolagem
    Para a decolagem ser correta, o modelo deverá rolar suavemente no solo por uma distância não
    inferior a 4,5 metros, porém não superior a um quarto de volta. O modelo deve alçar vôo
    suavemente, ganhar altura gradualmente e se estabilizar suavemente em vôo nivelado normal
    sobre o ponto onde iniciou a rolagem no solo. O modelo prossegue por duas voltas suaves em vôo
    nivelado normal, até o ponto onde originalmente se estabilizou.
    Erros: O modelo salta ou decola muito cedo ou muito tarde. A subida após a decolagem ou a
    estabilização não são graduais e suaves. A estabilização do vôo ocorre muito cedo ou muito tarde.
    A estabilização e o nível normal de vôo não estão numa altura entre 1,2m e 1,8m.
    1.1.16.3 Wing over (um requerido)
    Considera-se que o wing over é corretamente executado quando o modelo parte do vôo nivelado
    normal, executa uma subida vertical seguida de um mergulho
    vertical, passando diretamente sobre a cabeça do concorrente, cortando o círculo de vôo ao meio
    e recupera em vôo nivelado normal. Todos os raios de curva partindo e terminando em vôo
    nivelado devem ser de aproximadamente 1,5m, não excedendo 2,1 m.
    Erros: O modelo inicia a manobra partindo de um vôo diferente do vôo nivelado normal ou oscila
    quando inicia a subida. O modelo não passa sobre a cabeça do concorrente. O modelo não cruza
    o círculo em linha reta. O modelo oscila ou recupera em vôo diferente do vôo nivelado normal.
    1.1.16.4 Loop Normal (um requerido)
    Considera-se que o loop é executado corretamente quando o modelo, partindo do nível normal de
    vôo, sobe executando um loop suave e circular, com a base na altura do vôo nivelado normal e o
    topo na altura de 45° de elevação dos cabos, e recupera em vôo nivelado normal.
    Erros: O loop é brusco e irregular (por exemplo, oval, hexagonal, etc). O loop não se inicia ou
    termina no vôo nivelado normal. O topo do loop varia em mais de 0,6m para cima ou para baixo
    em relação à altura de 45° de elevação dos cabos.
    1.1.16.5 Vôo a 45 graus
    Partindo do vôo nivelado normal, o modelo deve subir e nivelar na altura de 45 graus de elevação
    dos cabos e então manter um vôo suave em altura constante, sem oscilações e movimentos
    bruscos. A manobra termina após completar duas voltas a partir do ponto em que se estabilizou
    após a subida, porém é facultado ao concorrente prolongar a manobra a fim de não deixar dúvidas
    quanto ao número mínimo de voltas exigidas.
    Erros: O modelo se estabiliza em altura diferente de 45 graus de elevação dos cabos. O vôo não
    é suave. A altura não se mantém constante durante o vôo. O número de voltas é inferior a duas.
    1.1.16.6 Pouso
    Considera-se que o pouso é correto quando o modelo desce suavemente do nível normal de vôo e
    pousa sem saltos ou irregularidades anormais e sem que qualquer parte do modelo, exceto o trem
    de pouso, toque o solo. O modelo deverá parar completamente dentro do espaço de uma volta a
    partir do momento em que tocar o solo. São permitidos pousos de pista (sobre duas rodas) ou
    pousos de três pontos.
    Erros: O modelo salta ou qualquer outra parte que não seja o trem de pouso, toca o solo. A
    descida a partir do nível normal de vôo não é suave. O modelo não se imobiliza no espaço de uma
    volta. Uma pilonagem, pouso "de barriga" ou de dorso anulará a pontuação referente ao pouso.
    Quaisquer circunstâncias incomuns, fora do controle do piloto, que possam ter causado
    alguns dos erros mencionados, deverão ser levadas em consideração pelo júri. Por exemplo, uma
    pilonagem causada por uma fenda no solo ou uma forte rajada de vento por trás do modelo não
    anulará a pontuação do pouso.



    1.2 ACROBACIA — CATEGORIA “INTERMEDIÁRIA”
    Dentro desta categoria, poderão participar aeromodelistas que não tenham obtido o título de Campeão
    Estadual ou Nacional nesta ou em qualquer categoria superior.
    1.2.1 Definição de Modelo de Acrobacia Aplicável à Categoria
    Aeromodelos monomotores nos quais a energia propulsora é fornecida por um motor a pistão e a
    sustentação é obtida por forças aerodinâmicas atuando sobre superfícies sustentadoras que devem
    permanecer fixas (exceto as superfícies de controle) durante o vôo.
    1.2.2 Características do Modelo
    Peso máximo em condições de vôo...................... 5 kg
    Cilindrada máxima do motor
    Dois tempos ............................................. 10 cm³
    Quatro tempos ......................................... 15 cm³
    É obrigatório o uso de silenciador para motores com cilindradas acima de 4 cm³ ou 0,25 pol³. O modelo
    deve decolar do solo.
    1.2.3 Comprimento dos cabos
    O comprimento dos cabos deverá ser de mais de 15 metros, até 21,5 metros.
    1.2.4 Verificação dos cabos, a ser realizada antes de cada tentativa de vôo oficial
    O comprimento dos cabos deve ser medido entre o eixo da empunhadura do manete até o eixo da
    hélice. Um teste de tração deverá ser aplicado ao conjunto do manete, cabos e modelo, com uma carga
    igual a 15 vezes o peso do modelo, até um máximo de 20 kgf.
    1.2.5 Definição de tentativa
    Considera-se tentativa quando o modelo não estiver em vôo dentro de 3 minutos contados a partir do
    sinal de partida ou quando o concorrente não entrar na pista dentro de 2 minutos após ter sido chamado
    para o vôo.
    1.2.6 Número de tentativas
    Cada concorrente tem direito a realizar duas tentativas por vôo oficial. Após uma primeira tentativa, o
    concorrente pode fazer a sua segunda tentativa imediatamente mas, se sair da pista, poderá ser
    chamado para sua segunda tentativa após transcorridos 30 minutos ou, se no final da rodada, até um
    máximo de 30 minutos.
    1.2.7 Definição de vôo oficial
    Considera-se vôo oficial quando o modelo deixa o solo.
    1.2.8 Número de vôos
    Quando forem realizados dois vôos, será considerada a pontuação do melhor vôo. No caso de três vôos,
    será considerada a soma dos dois melhores vôos.
    1.2.9 Cancelamento do vôo
    O vôo é cancelado quando houver a perda de partes componentes do modelo a partir do instante em
    que o modelo é solto, até o instante em que ele se imobiliza após o pouso. Em caso de queda,
    pilonagem, pouso "de barriga" ou de dorso, o vôo não será cancelado e valerá a pontuação obtida até a
    ocorrência do incidente.
    1.2.10 Número de ajudantes
    Cada competidor tem direito a até dois ajudantes.
    1.2.11 Execução das manobras
    As manobras deverão ser executadas na ordem indicada. Entre o fim de cada manobra e o início da
    outra, o competidor deverá voar o mínimo de 1 ½ volta. O concorrente só poderá tentar a realização de
    cada manobra uma vez em cada vôo oficial. O concorrente deverá concluir o programa de vôo dentro de
    5 minutos, incluindo decolagem e pouso. Esse limite de 5 minutos tem início no momento em que o
    concorrente dá um sinal de mão ou solicita abertura do tempo antes de dar partida ao motor, porém a
    não mais de 3 minutos contados a partir do momento em que entrou na pista. A cronometragem é
    encerrada quando o modelo se imobiliza após o pouso. Nenhum sistema ou dispositivo poderá ser usado
    para parar ou controlar o funcionamento do motor.
    1.2.12 Pontuação
    Durante o vôo, a cada manobra completada será dada uma pontuação compreendida entre 0 e 10 por
    juiz, podendo ser usados incrementos de meio ponto. Essas pontuações serão multiplicadas por um
    coeficiente que varia com a dificuldade da manobra (ver item 1.2.15).
    Uma manobra executada fora da seqüência não será pontuada. As manobras omitidas não serão
    pontuadas, mas aquelas que se sucedem serão consideradas como estando na seqüência, se forem
    executadas na devida ordem relativamente ao restante do programa de vôo.
    Manobras inválidas para pontuação serão permitidas imediatamente antes do início do procedimento de
    pouso, com o propósito único de parar o motor ou destorcer os cabos.
    1.2.13 Juízes e cronometristas
    Deverá haver um número mínimo de três juízes. O diretor de prova poderá designar um cronometrista ou
    atribuir a si essa função.
    1.2.14 Classificação
    a) As pontuações dadas pelos juízes, multiplicadas pelos respectivos coeficientes, serão somadas para
    classificação dos concorrentes
    No caso de empate, por exemplo, para o 15° lugar, ambos os concorrentes serão classificados em
    15°, e o seguinte em 17°; no caso de empate a três, estes serão todos classificados em 15° e o
    seguinte em 18°, e assim por diante.
    b) Para a realização da prova, será necessário o mínimo de três concorrentes. No caso de ser realizada
    com menor número, as pontuações não serão consideradas para classificação estadual ou nacional.
    1.2.15 Lista de manobras e respectivos coeficientes
    1. Partida................................................................ k = 1
    2. Decolagem......................................................... k = 2
    3. Wing over simples.............................................. k = 4
    Três loops normais consec 4 . Três loops normais ............................................ k = 6
    5. Vôo invertido (duas voltas)................................. k = 2
    6. Três loops invertidos .......................................... k = 6
    7. Borboleta (duas consecutivas)........................... k = 6
    8. Vôo a 45 graus .................................................. K = 2
    8. Pouso................................................................. k = 5
    1.2.16 Descrição das manobras
    1.2.16.1 Partida
    O concorrente dá um sinal com a mão ou solicita abertura de tempo ao cronometrista antes de dar a
    partida ao motor. Este deve ser acionado à mão ou com o uso de "starter" pelo piloto ou um ajudante. É
    concedida a pontuação máxima se o modelo inicia a rolagem para decolar dentro de um minuto, após o
    qual não haverá pontuação para a partida.
    1.2.16.2 Decolagem
    Para a decolagem ser correta, o modelo deverá rolar suavemente no solo por uma distância não inferior a
    4,5 metros, porém não superior a um quarto de volta. O modelo deve alçar vôo suavemente, ganhar altura
    gradualmente e se estabilizar suavemente em vôo nivelado normal sobre o ponto onde iniciou a rolagem
    no solo. O modelo prossegue por duas voltas suaves em vôo nivelado normal, até o ponto onde
    originalmente se estabilizou.
    Erros: O modelo salta ou decola muito cedo ou muito tarde. A subida após a decolagem ou a
    estabilização não são graduais e suaves. A estabilização do vôo ocorre muito cedo ou muito tarde. A
    estabilização e o nível normal de vôo não estão numa altura entre 1,2m e 1,8m.
    1.2.16.3 Wing over (um requerido)
    Considera-se que o wing over é corretamente executado quando o modelo parte do vôo nivelado normal,
    executa uma subida vertical seguida de um mergulho
    vertical, passando diretamente sobre a cabeça do concorrente, cortando o círculo de vôo ao meio e
    recupera em vôo nivelado normal. Todos os raios de curva partindo e terminando em vôo nivelado
    devem ser de aproximadamente 1,5m, não excedendo 2,1 m.
    Erros: O modelo inicia a manobra partindo de um vôo diferente do vôo nivelado normal ou oscila quando
    inicia a subida. O modelo não passa sobre a cabeça do concorrente. O modelo não cruza o círculo em
    linha reta. O modelo oscila ou recupera em vôo diferente do vôo nivelado normal.
    1.2.16.4 Loops normais consecutivos (três requeridos)
    Considera-se que os loops são executados corretamente quando o modelo, partindo do nível normal de
    vôo, executa uma série de três loops suaves, circulares e na mesma posição, com as bases na altura do
    vôo nivelado normal e os topos na altura de 45° de elevação dos cabos. A seguir, o modelo executa mais
    meio loop, recuperando em vôo invertido e descendo até o nível normal de vôo e voando por mais duas
    voltas antes do julgamento do vôo invertido.
    Erros: Os loops são bruscos e irregulares (por exemplo, ovais, hexagonais, etc). As bases dos loops
    não se encontram numa altura compreendida entre 1,2m e 1,8m. Os topos dos loops variam em mais de
    0,6m para cima ou para baixo em relação à altura de 45° de elevação dos cabos. As trajetórias do
    segundo e terceiro loops variam em mais de 0,6m em relação à do primeiro loop.
    1.2.16.5 Vôo invertido (duas voltas)
    Considera-se que o vôo invertido é executado corretamente quando o modelo descreve suavemente
    duas voltas em vôo invertido estável ao nível normal de vôo.
    Erros: O nível de vôo não está compreendido entre 1,2m e 1,8m. A altura varia em mais de 0,6m.
    1.2.16.6 Loops invertidos consecutivos (três necessários)
    Considera-se que os loops são executados corretamente quando o modelo, partindo em posição
    invertida do nível normal de vôo, executa uma série de três loops suaves e circulares na mesma posição,
    com as bases na altura do vôo nivelado normal e os topos na altura de 45° de elevação dos cabos. A
    seguir, o modelo executa mais meio loop, recuperando em vôo nivelado normal.
    Erros: Os loops são bruscos e irregulares (por exemplo, ovais, hexagonais, etc). As bases dos loops não
    se encontram numa altura compreendida entre 1,2m e 1,8m. Os topos dos loops variam em mais de
    0,6m para cima ou para baixo em relação à altura de 45° de elevação dos cabos. As trajetórias do
    segundo e terceiro loops variam em mais de 0,6m em relação à do primeiro loop.
    1.2.16.7 Borboleta (duas requeridas)
    A Borboleta deve ser iniciada a partir do Vôo Nivelado Normal, devendo o modelo iniciar um loop
    normal até assumir uma atitude de 45 graus de nariz para baixo em posição invertida. A partir desse
    ponto, efetuará um mergulho invertido a 45 graus e executará 3/4 de looping invertido até assumir a
    atitude de 45 graus de nariz para baixo em posição normal. Executará então um mergulho retilíneo a 45
    graus, recuperando a seguir em Vôo Nivelado Normal e prosseguindo imediatamente com a execução
    da segunda borboleta consecutiva. Os segmentos de 3/4 de loop normal e invertido que compõem a
    figura deverão ter as bases na altura do Vôo Nivelado Normal, e os topos na altura de 45 graus de
    elevação dos cabos. Os segmentos de mergulho a 45 graus deverão se interceptar mutuamente a 90
    graus.
    Erros: O modelo não inicia a manobra no Vôo Nivelado Normal. Os pontos mais altos dos segmentos
    de loop não se encontram dentro da faixa de 0,6m em relação à altura de 45° de elevação dos cabos. Os
    pontos mais baixos não estão na altura do Vôo Nivelado Normal. Os segmentos de mergulho, no ponto
    de interseção, não se cruzam mutuamente a 90°. As transições entre os segmentos de mergulho e os
    segmentos de loop não são feitas com suavidade. A manobra não é simétrica em relação ao ponto de
    transição.
    1.2.16.8 Vôo a 45 graus
    Partindo do vôo nivelado normal, o modelo deve subir e nivelar na altura de 45 graus de elevação dos
    cabos e então manter um vôo suave em altura constante, sem oscilações e movimentos bruscos. A
    manobra termina após completar duas voltas a partir do ponto em que se estabilizou após a subida,
    porém é facultado ao concorrente prolongar a manobra a fim de não deixar dúvidas quanto ao número
    mínimo de voltas exigidas.
    Erros: O modelo se estabiliza em altura diferente de 45 graus de elevação dos cabos. O vôo não é
    suave. A altura não se mantém constante durante o vôo. O número de voltas é inferior a duas.
    1.2.16. 9 Pouso
    Considera-se que o pouso é correto quando o modelo desce suavemente do nível normal de vôo e
    pousa sem saltos ou irregularidades anormais e sem que qualquer parte do modelo, exceto o trem de
    pouso, toque o solo. O modelo deverá parar completamente dentro do espaço de uma volta a partir do
    momento em que tocar o solo. São permitidos pousos de pista (sobre duas rodas) ou pousos de três
    pontos.
    Erros: O modelo salta ou qualquer outra parte que não seja o trem de pouso, toca o solo. A descida a
    partir do nível normal de vôo não é suave. O modelo não se imobiliza no espaço de uma volta. Uma
    pilonagem, pouso "de barriga" ou de dorso anulará a pontuação referente ao pouso.
    Quaisquer circunstâncias incomuns, fora do controle do piloto, que possam ter causado alguns
    dos erros mencionados, deverão ser levadas em consideração pelo júri. Por exemplo, uma pilonagem
    causada por uma fenda no solo ou uma forte rajada de vento por trás do modelo não anulará a
    pontuação do pouso.



    1.3 ACROBACIA MINI-FAI
    Dentro desta categoria, poderão participar aeromodelistas que não tenham obtido
    o título de Campeão Estadual ou Nacional nesta ou em qualquer categoria
    superior.
    1.3.1 Definição de Modelo de Acrobacia
    Aeromodelos nos quais a energia propulsora é fornecida por motor(es) a pistão e
    a sustentação é obtida por forças aerodinâmicas atuando sobre superfícies
    sustentadoras que devem permanecer fixas (exceto as superfícies de controle)
    durante o vôo.
    1.3.2 Características de um Modelo de Acrobacia
    Peso máximo em condições de vôo........ 5 kg
    Área total máxima (St)............................. 150 dm²
    Carga alar máxima.................................. 100g / dm²
    Cilindrada máxima do(s) motor(es)
    a) motor(s) a dois tempos........................10 cm³
    b) motor(es) a quatro tempos.................. 15 cm³
    Deve ser usado silenciador, exceto em motores a quatro tempos. O modelo deve
    decolar do solo. O nível de ruído não deverá exceder 96 dB(A) para ambos os
    tipos de motores. O nível de ruído deverá ser verificado de acordo com o
    procedimento descrito no parágrafo 5.1.2.
    A regra B.3.1 da Seção 4B não se aplica a esta categoria.
    1.3.3 Comprimento dos cabos
    O comprimento dos cabos deverá ser de mais de 15 metros, até 21,5 metr os.
    1.3.4 Verificação dos cabos, a ser realizada antes de cada tentativa de vôo
    oficial
    O comprimento dos cabos deve ser medido entre o eixo da empunhadura da
    manete até o eixo da hélice. No caso de serem utilizadas duas hélices, o eixo de
    simetria entre elas será tomado como eixo de referência para medida.
    Um teste de tração deverá ser aplicado ao conjunto da manete, cabos e modelo,
    com uma carga igual a 15 vezes o peso do modelo, até um máximo de 20 kgf se o
    modelo pesar menos de 2 kgf e a cilindrada do motor for igual ou inferior a 10
    cm³. A carga de teste deverá ser de até um máximo de 30 kgf se o modelo pesar
    mais de 2 kgf e a cilindrada do motor exceder 10 cm³.
    1.3.5 Definição de tentativa
    Considera-se tentativa quando o modelo não estiver em vôo dentro de 3 minutos
    contados a partir do sinal de partida ou quando o concorrente não entrar na pista
    dentro de 2 minutos após ter sido chamado para o vôo.
    1.3.6 Número de tentativas
    Cada concorrente tem direito a realizar duas tentativas por vôo of icial. Após uma
    primeira tentativa, o concorrente pode fazer a sua segunda tentativa
    imediatamente mas, se sair da pista, poderá ser chamado para sua segunda
    tentativa após transcorridos 30 minutos ou, se no final da rodada, até um máximo
    de 30 minutos.
    1.3.7 Definição de vôo oficial
    Considera-se vôo oficial quando o modelo deixar o solo.
    1.3.8 Número de vôos
    Poderão ser realizados de um a três vôos por concorrente, a critério do
    organizador da prova. No caso de dois ou mais vôos, será desconsidera do o de
    menor pontuação.
    1.3.9 Cancelamento do vôo
    O vôo é cancelado quando houver a perda de partes componentes do modelo a
    partir do instante em que o modelo é solto, até o instante em que ele se imobiliza
    após o pouso. Em caso de queda, pilonagem, pouso "de barriga" ou de dorso, o
    vôo não será cancelado.
    1.3.10 Número de ajudantes
    Cada competidor tem direito a dois ajudantes.
    1.3.11 Execução das manobras
    As manobras deverão ser executadas na ordem indicada. Entre o fim de cada
    manobra e o início da outra, o competidor deverá voar o mínimo de 1 ½ volta. O
    concorrente só poderá tentar a realização de cada manobra uma vez em cada
    vôo oficial. O concorrente deverá concluir o programa de vôo dentro de 5 1/2
    minutos e, incluindo decolagem e pouso. Esse limite de 5 1/2 minutos tem início
    no momento em que o concorrente dá um sinal de mão ou solicita abertura do
    tempo antes de dar partida ao motor, porém a não mais de 3 minutos contados a
    partir do momento em que entrou na pista.
    A cronometragem é encerrada quando o modelo se imobiliza após o pouso.
    Nenhum sistema ou dispositivo poderá ser usado para parar ou controlar o
    funcionamento do motor.
    1.3.12 Pontuação
    Durante o vôo, a cada manobra completada será dada uma pontuação
    compreendida entre 0 e 10 por juiz, devendo ser usados incrementos de meio
    ponto. Essas pontuações serão multiplicadas por um coeficiente que varia com a
    dificuldade da manobra (ver item 1.3.15).
    Uma manobra executada fora da seqüência não será pontuada. As manobras
    omitidas não serão pontuadas, mas aquelas que se sucedem serão consideradas
    como estando na seqüência se forem executadas na devida ordem relativamente
    ao restante do programa de vôo.
    Manobras inválidas para pontuação serão permitidas após a conclusão do trevo
    de quatro folhas e antes do início do procedimento de pouso, com o propósito
    único de parar o motor ou destorcer os cabos.
    1.3.13 Juízes e cronometristas
    Deverá haver um número mínimo de três juízes. O diretor de prova poderá
    designar um cronometrista ou atribuir a si essa função.
    1.3.14 Classificação
    a) As pontuações dadas pelos juízes, multiplicadas pelos respectivos
    coeficientes, serão somadas para classificação dos concorrentes.
    No caso de empate, por exemplo, para o 15° lugar, ambos os concorren tes
    serão classificados em 15°, e o seguinte em 17°; no caso de empate a três,
    estes serão todos classificados em 15° e o seguinte em 18°, e assim por
    diante.
    b) Para a realização da prova, será necessário o mínimo de três concorrentes.
    No caso de ser realizada com menor número, as pontuações não serão
    consideradas para classificação estadual ou nacional.
    1.3.15 Lista de manobras acrobáticas e respectivos coeficientes
    1. Partida................................................................ k = 1
    2. Decolagem......................................................... k = 2
    3. Wing over reverso.............................................. k = 8
    Três loops normais cons4e.c Três loops normais ............................................ k = 6
    5. Vôo invertido (duas voltas)................................. k = 2
    6. Três loops invertidos .......................................... k = 6
    8. Dois oitos horizontais......................................... k = 7
    9. Dois oitos verticais............................................. k = 10
    10. Dois oitos sobre a cabeça.................................. k = 10
    11. Trevo de quatro folhas....................................... k = 8
    12. Pouso................................................................. k = 5
    1.3.16 Descrição das manobras
    Nota: O guia Instruções para Julgamento encontra-se no Anexo 4B.
    1.3.16.1 Partida
    O concorrente dá um sinal com a mão antes de dar a partida ao motor. Este deve
    ser acionado manualmente.
    É concedida a pontuação máxima se o modelo é solto dentro de um minuto, após
    o qual não haverá pontuação.
    1.3.16.2 Decolagem
    Para a decolagem ser correta, o modelo deverá rolar suavemente no solo por uma
    distância não inferior a 4,5 metros, porém não superior a um quarto de volta. O
    modelo deve alçar vôo suavemente, ganhar altura gradualmente e se estabilizar
    suavemente em vôo nivelado normal sobre o ponto onde iniciou a rolagem no solo.
    O modelo prossegue por duas voltas suaves em vôo nivelado normal, até o ponto
    onde originalmente se estabilizou.
    Erros: O modelo salta ou decola muito cedo ou muito tarde. A subida após a
    decolagem ou a estabilização não são graduais e suaves. A estabilização do vôo
    ocorre muito cedo ou muito tarde. A estabilização e o nível normal de vôo não
    estão numa altura entre 1,2m e 1,8m.
    1.3.16.3 Wing over reverso (um requerido)
    Considera-se que o wing over reverso é corretamente executado quando o
    modelo parte do vôo nivelado normal, executa uma subida vert ical e um mergulho
    vertical, passando diretamente sobre a cabeça do concorrente, cortando o círculo
    de vôo ao meio e recupera em posição invertida na altura do vôo normal; o
    modelo continua em vôo nivelado invertido por meia volta até o ponto de partida e
    então efetua uma subida e um mergulho verticais passando sobre o centro do
    círculo a partir do vôo invertido, recuperando a seguir em vôo nivelado normal.
    Todos os raios de curva partindo e terminando em vôo nivelado devem ser de
    aproximadamente 1,5m, não excedendo 2,1 m.
    Erros: Primeira metade: O modelo inicia a manobra partindo de um vôo diferente
    do vôo nivelado normal ou oscila quando inicia a subida. O modelo não passa
    sobre a cabeça do concorrente. O modelo não cruza o círculo em linha reta. O
    modelo oscila ou recupera em vôo diferente do vôo nivelado invertido.
    Segunda metade: Como na primeira metade, porém invertendo as
    posições na entrada e na recuperação. O modelo não corta o círculo na mesma
    posição e direção da primeira metade.
    1.3.16.4 Loops normais consecutivos (três requeridos)
    Considera-se que os loops são executados corretamente quando o modelo,
    partindo do nível normal de vôo, executa uma série de três loops suaves,
    circulares e na mesma posição, com as bases na altura do vôo nivelado normal e
    os topos na altura de 45° de elevação dos cabos. A seguir, o modelo executa
    mais meio loop, recuperando em vôo invertido e descendo até o nível normal de
    vôo e voando por mais duas voltas antes do julgamento do vôo invertido.
    Erros: Os loops são bruscos e irregulares (por exemplo, ovais, hexagonais, etc).
    As bases dos loops não se encontram numa altura compreendida entre 1,2m e
    1,8m. Os topos dos loops variam em mais de 0,6m para cima ou para baixo em
    relação à altura de 45° de elevação dos cabos. As trajetórias do segundo e
    terceiro loops variam em mais de 0,6m em relação à do primeiro loop.
    1.3.16.5 Vôo invertido (duas voltas)
    Considera-se que o vôo invertido é executado corretamente quando o modelo
    descreve suavemente duas voltas em vôo invertido estável ao nível normal de
    vôo.
    Erros: O nível de vôo não está compreendido entre 1,2m e 1,8m. A altura varia
    em mais de 0,6m.
    1.3.16.6 Loops invertidos consecutivos (três necessários)
    Considera-se que os loops são executados corretamente quando o modelo,
    partindo em posição invertida do nível normal de vôo, executa uma série de três
    loops suaves e circulares na mesma posição, com as bases na altura do vôo
    nivelado normal e os topos na altura de 45° de elevação dos cabos. A seguir, o
    modelo executa mais meio loop, recuperando em vôo nivelado normal.
    Erros: Os loops são bruscos e irregulares (por exemplo, ovais, hexagonais, etc).
    As bases dos loops não se encontram numa altura compreendida entre 1,2m e
    1,8m. Os topos dos loops variam em mais de 0,6m para cima ou para baixo em
    relação à altura de 45° de elevação dos cabos. As trajetórias do segundo e
    terceiro loops variam em mais de 0,6m em relação à do primeiro loop.
    1.3.16.10 Oitos horizontais (dois requeridos)
    Os oitos horizontais devem ser iniciados e completados no ponto de interseção
    dos círculos, devendo o modelo sair da manobra nesse mesmo ponto. O loop
    normal deverá ser executado em primeiro lugar. Considera-se que os oitos
    horizontais são executados corretamente quando o modelo descreve dois oitos,
    consistindo cada um em dois loops circulares da mesma dimensão, tangentes
    entre si, alinhados horizontalmente. O modelo deve iniciar o oito partindo do nível
    normal de vôo e estar em posição vertical no ponto de inte rseção tangente aos
    dois círculos. Os oitos deverão ser simétricos. No ponto mais alto de cada
    círculo, o modelo deve estar numa altura der 45° de elevação dos cabos e, nas
    bases dos círculos, deverá estar no nível normal de vôo.
    OITOS HORIZONTAIS
    Erros: O modelo não inicia a figura em posição vertical. Os pontos mais altos
    dos loops não se encontram dentro da faixa de 0,6m em relação à altura de 45°
    de elevação dos cabos. As bases dos círculos não estão numa altura de 1,2m a
    1,8m. Os loops não são redondos e de iguais dimensões. O ponto de interseção
    varia. O segundo oito não é executado na mesma posição do primeiro.
    4.6.16.12 Oitos verticais (dois requeridos)
    O oitos verticais devem ser iniciados e terminados na altura de 45° de elevação
    dos cabos, em vôo invertido. O loop normal deve ser executado primeiro. Os
    oitos verticais são considerados corretos quando o modelo executa dois oitos,
    cada um consistindo em dois círculos redondos com o mesmo raio, tangentes
    entre si e dispostos em alinhamento vertical. O modelo deve encontrar-se em
    posição horizontal no ponto de tangência dos círculos. Os oitos devem ser
    simétricos; o seu extremo superior deve estar num ponto situado a 90° sobre a
    cabeça do concorrente e o extremo inferior na altura do vôo nivelado normal.
    OITOS VERTICAIS
    Erros: O modelo não se encontra em posição horizontal ao iniciar a figura. O
    ponto de entrada não está situado num intervalo de 0,6m em relação à altura de
    45° de elevação dos cabos. Os topos dos oitos não estão dentro da tolerância de
    1,2m do ponto situado a 90° sobre a cabeça do piloto. As bases dos oitos não
    estão numa altura de 1,2m a 1,8m. Os loops não são redondos e de iguais
    dimensões. O ponto de interseção varia. O segundo oito não é executado na
    mesma posição do primeiro.
    1.3.16.14 Oitos sobre a cabeça (dois requeridos)
    Os oitos sobre a cabeça deverão ter o início e o fim no ponto de interseção dos
    círculos, diretamente sobre a cabeça do piloto, o qual será o ponto de saída. O
    loop normal deverá ser executado primeiro. Os oitos sobre a cabeça são julgados
    corretos quando o modelo descreve dois oitos, cada um consistindo em dois
    círculos redondos e de igual tamanho, tendo a sua interseção ou ponto de
    tangência diretamente sobre a cabeça do piloto. O mo delo deverá entrar no oito
    com uma subida vertical através do centro do círculo e deverá sempre apontar
    para essa direção quando no centro dos oitos. Estes deverão ser simétricos e o
    modelo, no ponto mais baixo de cada círculo, deverá estar na altura de 4 5° de
    elevação dos cabos.
    OITOS SOBRE A CABEÇA
    Erros: O modelo não está verticalmente sobre a cabeça, na entrada. Os pontos
    mais baixos dos círculos não estão dentro da faixa de 0,6m em relação à altura
    de 45° de elevação dos cabos. Os loops não são circulares e de iguais
    dimensões. O ponto de interseção varia. O segundo oito não é executado na
    mesma posição do primeiro.
    1.3.16.15 Trevo de quatro folhas (um requerido)
    A manobra é iniciada no nível de vôo de aproximadamente 38° de elevação e
    consiste num loop normal completo, seguido de vôo horizontal, três quartos de
    loop invertido, subida vertical, três quartos de loop invertido, vôo nivelado
    invertido, três quartos de loop normal e uma subida vertical. Os loops da direita
    são tangentes aos da esquerda ao longo de um plano vertical de simetria que
    passa pelo centro do trevo, e os loops inferiores são tangentes aos loops
    superiores. Os loops deverão ter as mesmas dimensões e serão ligados por
    segmentos de vôo horizontais e verticais. Os pontos mais baixos da manobra
    deverão estar na altura de 1,5m e os pontos mais altos deverão ser tangentes ao
    plano vertical que passa pelo centro do círculo de vôo. Após ser executado o
    último loop, a manobra deverá ser completada por uma subida vertical atravé s do
    centro do trevo e uma recuperação ao nível normal de vôo.
    TREVO DE QUATRO FOLHAS
    Erros: A entrada não está dentro da faixa de 0,6m da altura de 38° de elevação
    dos cabos. Os loops são irregulares ou de tamanhos desiguais. As partes que
    interligam os loops não são propriamente horizonais e verticais conforme indicado
    no diagrama da manobra. As bases dos loops inferiores não estão numa altura de
    1,2m a 1,8m. Os topos dos loops superiores não estão dentro da faixa de 1,2m
    em relação ao plano vertical através do centro do círculo. Os loops não são
    adequadamente tangentes de modo a formarem um padrão quadrado. O modelo
    recupera antes de voar verticalmente através da figura do trevo.
    1.3.16.16 Pouso
    Considera-se que o pouso é correto quando o modelo desce suavemente do nível
    normal de vôo para pousar sem saltos ou irregularidades anormais e sem que
    qualquer parte do modelo, exceto o trem de pouso, toque o solo. O modelo
    deverá parar completamente dentro do espaço de uma volta a partir do momen to
    em que tocar o solo. O ponto em que o modelo toca o solo deverá estar a uma
    volta após onde ele iniciou a descida do nível normal de vôo. São permitidos
    pousos de pista (sobre duas rodas) ou pousos de três pontos.
    Erros: São cometidos erros sempre que o modelo saltar ou qualquer outra parte
    do modelo, que não seja o trem de pouso, tocar o solo. Uma queda, pilonagem,
    pouso "de barriga" ou de dorso não terá pontuação. A descida do nível normal de
    vôo não é suave, ou é mais curta ou mais longa que uma vo lta. O modelo não se
    imobiliza no espaço de uma volta.
    Quaisquer circunstâncias incomuns, fora do controle do piloto, que possam
    ter causado alguns dos erros mencionados, deverão ser levadas em consideração
    pelo júri.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  TAPXURE em Ter Out 29 2013, 21:59

    Valeu André!!!

    Vou começar a treinar para participar no Brasileiro do próximo mês!!!
    Me aguarde... vou dar trabalho pra moçada!!! Participarei na Mini-FAI, com meu MONITOR da Aerobrás e motor CB25!!!  No 
    Já pode até mandar gravar meu nome no troféu de 1º LUGAR, tá!!!

    Abraços;

    Tapxure

    PS:  Já salvei seu texto e vou passar para os poucos praticantes de VCC da minha cidade!
    Talvez a turma anima a começar a treinar para um dia competirmos!
    Quem sabe, animamos ir à São Paulo para assisti-los voar!!??
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Sérgio Daeuble em Ter Out 29 2013, 22:09

    Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy cheers cheers cheers cheers cheers cheers Beleza!!!!!!! Irei de Nobler na Mini FAI:cheers: cheers cheers cheers cheers cheers 
    Agora tenho motivo para terminar o modelo:bball: Basketball Basketball Basketball Basketball Basketball Basketball Basketball 
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  ANDRE em Qua Out 30 2013, 06:51

    Bom dia a todos,

    É importante ter a participação do maior número possível de competidores ou participantes.

    Essa é a hora do VCC mostrar sua força e que está ativo.

    Alguns vão competir e outros vão participar para encontrar amigos e fazer novos colegas.

    Cada um tem um objetivo distinto nesses eventos.

    O meu principal objetivo é apoiar o VCC e a pista do Ibirapuera.

    At. André Luiz Costa.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Qua Out 30 2013, 16:38

    ANDRE escreveu:Bom dia a todos,

    É importante ter a participação do maior número possível de competidores ou participantes.  

    Essa é a hora do VCC mostrar sua força e que está ativo.

    Alguns vão competir e outros vão participar para encontrar amigos e fazer novos colegas.

    Cada um tem um objetivo distinto nesses eventos.  

    O meu principal objetivo é apoiar o VCC e a pista do Ibirapuera.

    At. André Luiz Costa.
    Pista da Praia Grande.  
    A idéia é essa mesmo, pretendo participar mesmo que seja para fazer número. Acredito que será a chance de mostrar que a pista do Ibirapuera tem sua importância.
    Vou na intermediária, ainda não sei se com a Flite Streak com Fox 35 ou com o velho Aspirante elétrico, talvez faça um voo com cada um se puder. Mas ainda preciso convencer a família que passear em sampa é um programa legal Very Happy Very Happy Very Happy
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  ANDRE em Qua Out 30 2013, 17:09

    Beto,

    Não sei se vc. aceita sugestão, mas traga aquele playboy vermelho, nem que seja para competir na iniciantes.
    Se for eu levo a filmadora, para fazer o vídeo.

    At. André L. Costa.
    PPG - Pista da Praia Grande.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Qua Out 30 2013, 20:31

    ANDRE escreveu:Beto,

    Não sei se vc. aceita sugestão, mas traga aquele playboy vermelho, nem que seja para competir na iniciantes.
    Se for eu levo a filmadora, para fazer o vídeo.

    At. André L. Costa.
    PPG - Pista da Praia Grande.  
    O Playboy vermelho eu usei na iniciantes no Brasileiro de 2011 com Enya 15, agora está com um AP 15 Hornet, mais leve e mais potente. Ficou um conjunto melhor e se não estiver ventando dá para encarar a intermediária com ele. Vou levá-lo também.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  TAPXURE em Qui Out 31 2013, 07:22

    Bom Dia Beto;

    Neste motor AP15, para usar em VCC você adaptou algum venture ou apenas travou o carburador R/C!!??

    Abraços;

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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Qui Out 31 2013, 10:06

    TAPXURE escreveu:Bom Dia Beto;

    Neste motor AP15, para usar em VCC você adaptou algum venture ou apenas travou o carburador R/C!!??

    Abraços;

    Tapxure
    Travei o carburador R/C. No Reino Unido o pessoal tem fabricado um venturi específico para ele e utilizado um NVA da Fora (Ucrânia). Os números são algo em torno de 18000 rpm com hélice 7x4, performance equivalente a de um ST G20 15. Muito útil para "brincar" de combate com modelos antigos, da época dos ST. E sem a dor na consciência de estragar um motor caro (e/ou raro) quando a lenha for feia.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  martin em Qui Out 31 2013, 16:54

    Falando em Enya 15 queria avisar que a Enya voltou a fazer o Enya 15V e estamos vendendo por R$ 163.00 com venturi e agulha.

    Quando comecei em 2006 montei um kit do Olimpia Jr. Sem noção das coisas e sem a devida orientação o modelo ficou pesado. Mas tinha um Enya 15III que virava uma 9x4 um absurdo e levava o modelo com autoridade.

    Algumas pessoas as vezes não se dão o trabalho de amaciar o motor direito e o motor fica meio travado e não desenvolve bem. Se depois de 1h de bancada o motor ainda não consegue manter pico de giro, tem que rodar mais alguns tanques cheios com o motor ciclando entre 4 e 2 e apertar a mangueirinha para que o motor de pico de RPM por uns 10s e depois solta, repetindo esse processo varias vezes. Peguei um SS40 de um cliente que ele dizia que o motor não ia. Quando peguei esse SS40 o motor não passava de 9000rpms com uma APC 11x4. Coloquei o motor na bancada e rodei 4 tanques como explico acima. A cada vez que fazia o motor apitar a RPM subia um pouco em relação a anterior. No final do 4o tanque usando 3x1 caretão o motor estava dando 11000 rpms!

    Outra coisa, um motor com carburador de R/C travado tem uma entrada de ar muito maior que um venturi e obviamente vai rodar mais.

    Martin
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Qui Out 31 2013, 17:19

    Martin,

    é lance de projeto mesmo, o Enya 15 é mais antigo e sempre foi um motor 15 pesado comparado com o OS Max 15 e Fox 15 da mesma época. Bom para iniciantes, que é o propósito do motor. O meu está rodando direito, tanto que me aventurei a participar do Brasileiro em 2011 com ele e o motor não comprometeu, ao contrário do piloto Very Happy Very Happy Very Happy
    Mas esse motor da ASP é um projeto mais novo, mais leve até porque é um motor .135 e não .15, e com rolamentos no eixo. E também feito para ser barato e durar pouco. Mas vira quase 15000 rpm com uma 8x4 e com mufla. Eu o comprei para colocar em asas voadoras de combate, para ser descartável mesmo. Com o carburador r/c só funciona bem usando a pressão da mufla. Nas pistas de r/c o pessoal está utilizando esse motor em modelos feitos para motor elétrico, de isopor e depron!
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  TAPXURE em Qui Out 31 2013, 18:32

    Olá Pessoal;

    Perguntei sobre este motor porque tenho um e talvez o use em VCC. Se fosse para fazer um venture, qual o diâmetro interno que sugeririam
    fazer!!??

    Martin; tem algum venture do ENYA e agulha que sirva nesta adaptação!!??

    Tapxure
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  Marcus36X em Qui Out 31 2013, 18:37

    Amigos

    Talvez fosse uma ideia legal começar outro tópico no board de motores então.
    Esse aqui é do campeonato brasileiro, e de assuntos relacionados ao mesmo.

    YeppeeHaiHouKaYay
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  martin em Qui Out 31 2013, 19:44

    Ola Tap,

    Não tem.

    Abraço,

    Martin
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  martin em Sab Nov 02 2013, 00:07

    Ola Beto,

    Não é só uma questão de projeto, tem outros detalhes que influenciam na performance de um motor, como por exemplo o casamento pistão e camisa e como o pistão expande e contrai com variação de temperatura, só para citar algumas das varias coisas de motor. Qualidade, Tolerâncias e Metalurgia contam muito. Tanto que tem motor igual que é mais forte que outro. Da Enya e OS não vai ter muita diferença entre motores iguais, mas vejo que outras marcas de motor a variação de performance chega ser grande entre motores iguais.

    Se abrir o venturi do Enya 15 para equivaler as restrição de ar do carburador do AP15, o Enya 15 vai virar uma 9x4 com mais torque...ah isso eu garanto!

    Veja esse comparativo Norvel 074 com 30 de nitro x Enya 09 com 10 de nitro
    http://www.rcuniverse.com/forum/1-2-1-8-airplanes-70/4749545-enya-vs-norvel-compare.html

    Para combate o Enya 15 tem várias vantagens, não tem rolamento para estragar quando bater na terra e agulha com molinha vai aquentar muito mais o tranco que esse delicado carburador de R/C Smile No final essa brincadeira ficaria mais barata usando um Enya 15 que é bem mais robusto, voce viu a grossura da camisa do Enya?

    O Leo do Rio fez vários testes com motores OS, TT e Enya. Acabou preferindo os Enyas para treinar Combate. Alem de tudo tem pistão de ferro que pega mais fácil quando esta quente.

    Voce já fez mais de 50 voos com o Enya 15? Se não pode ter certeza que seu Enya 15 não soltou todos seus monstros ainda.

    Li no RC Universe que o Enya 15III mostrou ter mais torque que o OS 15FP. Com uma 7x6 o OS 15FP provavelmente vai rodar mais, mas com uma 9x4 o 15FP meio que brocha e o Enya15 começa a falar opa é aqui a minha praia kkkkkkk

    Boa sorte no Brasileiro, alias que pena que não está com aquele Pathfinder voando hein brother! A hora que voce voar com ele vai sentir o que é ter uma maquina voadora, seus voos vão melhorar muito depois que começar a voar de Path, pode apostar!


    Martin
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Seg Nov 04 2013, 09:17

    Martin,

    toda vez que vou iniciar a construção do Pathfinder eu descubro que não tenho lugar para guardá-lo na oficina, o bicho é muito grande. Ai começo a arrumar tudo para abrir espaço e não inicio a construção Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Meu filho Marcos, que elaborou uma lista dos kits que tenho para construir, vive me dando bronca porque ainda não fiz o Path, estourou o cronograma. Shocked  O Enya SS 40 que vai no Path já está amaciado e rodando legal.

    Sobre asa de combate para 15, pretendo fazer algumas para brincar em algum encontro com a turma, além do AP o Enya vai entrar na roda também, assim como dois OS, um Fox e um Oliver Tiger. Estou atrás de algum projeto simples de asa em isopor para cortar no cnc do Alex Cruz.
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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  betocastrucci em Seg Nov 04 2013, 09:21

    Voltando ao assunto do tópico, alguém sabe qual a data limite para inscrição? Porque estou atualmente trabalhando no Tocantins e ainda não sei se estarei em SP no feriado de 15/11, só vou descobrir na semana do campeonato. E preciso treinar um pouco antes do campeonato, pois não tenho conseguido voar nos últimos tempos...

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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

    Mensagem  lcdmf40 em Seg Nov 04 2013, 19:51

    Voltando ao assunto Pathfinder: Ta ficando novela igual um certo Cadete. KKKKKK

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    Re: CAMPEONATO BRASILEIRO

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